Blog Ribeira — Boa tarde, Jorge! Hoje você poderia contar um pouco da história do movimento evangélico aqui em Potiraguá? Como tudo começou? Você que vivenciou todo esse contexto.
Jorge — Boa tarde! Olha, tudo começou em 2003. Eu e o pastor Robson, da Igreja Batista Jerusalém, marcamos um café e convidamos os pastores da cidade. A partir desse café, começamos a nos reunir para orar juntos. Ainda em 2003, trouxemos um pastor de Nazaré das Farinhas, chamado Luciédesson. Na praça da Bandeira, em frente à casa de Agilem, realizamos o primeiro culto, usando um caminhão como palco. Ali celebramos o primeiro culto com os pastores evangélicos de Potiraguá.
Blog Ribeira — E como surgiu a ideia de criar o Dia do Evangelho?
Jorge — Logo mais tarde, o Toinhon e o Biscoito conversaram e planejaram criar o Dia do Evangelho. O Biscoito me chamou, fizemos uma reunião, e ele levou o projeto à Câmara Municipal. Foi aprovado e sancionado pelo prefeito Salvador Alves. Em 2004, realizamos o primeiro culto do Dia do Evangelho, ali na vaquejada. Foi uma bênção! Trouxemos o ministério "Restaura Meu Altar", com Josué, e foi muito bom.
Blog Ribeira — E desde então a festa acontece todos os anos?
Jorge — Sim, todos os anos realizamos esta festa. Pedimos ajuda de casa em casa, de porta em porta, aos comerciantes. Os pastores se reuniam e íamos também pedir apoio a vários fazendeiros. Contamos com o apoio dos vereadores e da prefeitura. Com o tempo, a festa foi tombada como patrimônio cultural, o que permitiu que a prefeitura pudesse ajudar ainda mais. Graças a Deus, essa festa tomou uma proporção maior.
Blog Ribeira — E o senhor tem participado das celebrações recentes?
Jorge — Sempre que posso, eu venho estar com o povo, com a comunidade de Potiraguá. Hoje mesmo estivemos na alvorada, e eu creio que Deus ainda vai operar sinais, prodígios e maravilhas ali naquela praça. Tem sido muito bom participar dessa festa. É isso aí, obrigadão, viu? Deus abençoe a todos!

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