Professora é agredida por mãe de aluno em escola municipal de Poções

 

Uma professora da rede municipal de ensino de Poções foi agredida por uma mãe de aluno dentro de uma unidade escolar nesta terça-feira (21). O caso ocorreu durante o exercício das funções da educadora e foi repudiado pela APLB Sindicato – Delegacia Sindical de Poções, que emitiu nota pública de solidariedade à vítima e cobrou providências das autoridades.

Em nota, o sindicato classifica a violência contra profissionais da educação como “inadmissível” e ressalta que o ataque não atinge apenas a integridade física e emocional da trabalhadora, mas também a própria escola pública, que “deve ser um espaço de respeito, diálogo, aprendizagem e promoção da cidadania”. A entidade ainda destaca que “nenhuma forma de violência pode ser tolerada ou naturalizada”.

A APLB solidarizou-se com a professora agredida, colocando-se à sua disposição, e reafirmou seu compromisso com a defesa dos direitos, da dignidade e da segurança de todos os trabalhadores e trabalhadoras da educação. Diante da gravidade do ocorrido, o sindicato conclamou a Secretaria Municipal de Educação, o Conselho Municipal de Educação e demais órgãos competentes a adotarem, com urgência, medidas efetivas para garantir a segurança nas unidades escolares, prevenir novos episódios de violência e assegurar a proteção dos profissionais da educação.

A Secretaria Municipal de Educação também divulgou nota lamentando o ocorrido, prestando solidariedade à professora e informando que está acompanhando o caso e adotando as providências necessárias. Tanto a Secretaria quanto a APLB optaram por não divulgar detalhes sobre a ocorrência, nem informar em qual escola da rede municipal a agressão aconteceu, preservando os envolvidos durante a apuração dos fatos.

Com o apelo “Basta de violência nas escolas!”, a APLB exige a implementação de políticas públicas de segurança, protocolos eficazes de prevenção e providências imediatas para proteger aqueles que dedicam suas vidas à educação e à formação das futuras gerações. O caso segue em apuração pelas autoridades competentes.

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